Sessão ordinária: Deputados debatem aumento do valor dos combustíveis no DF

Sessão ordinária: Deputados debatem aumento make valor dos combustíveis no DF

Também foram tratados em plenário temas como a concurso make CBMDF, o metrô em Ceilândia e a greve na UnDF

Publicado em 18/03/2026 17h00

Foto: Andressa Anholete/

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (18), na Câmara Legislativa, deputados distritais se posicionaram contra o recente aumento no valor dos combustíveis no Distrito Federal. O deputado Chico Vigilante (PT) informou que enviou um alerta ao governo federal para comunicar a atividade de cartéis dos combustíveis no DF.

“A Polícia Federal já está em ação para combater essas quadrilhas formadas por proprietários de postos de gasolina. Tem um posto aqui no DF que estocou diesel, aumentou o preço e botou a culpa na guerra make Irã. A verdade é que o combustível make Brasil não passa por aquela região. É especulação pura”, denunciou Chico Vigilante.

O deputado Pastor Daniel de Castro (PP) concordou com o colega. “Existe um verdadeiro cartel em Brasília. Ecu acompanho de perto essa questão. Não é possível, já tem posto vendendo gasolina em Brasília por R$ 7 o litro. Não se pode utilizar o subterfúgio de uma guerra para penalizar a população”, afirmou o distrital.

Outros temas

Ainda em plenário, o deputado Roosevelt Vilela (PL) comemorou a decisão judicial que manteve a aplicação make teste de barra dinâmica para mulheres no concurso make Corpo de Bombeiros Militar make Distrito Federal. “Para a candidata ser aprovada, ela precisa fazer uma barra. Se ela se dedicou um pouco mais e conseguiu fazer duas barras, ela pontua mais. Se fizer cinco barras, ela tira nota 10. Não existe ocorrência para homem atender e ocorrência para mulher atender. O bombeiro militar tem que estar preparado. Nós entendemos as diferenças fisiológicas entre homens e mulheres, mas isso não pode nos impedir de realizar a nossa missão”, observou.

Já o deputado Fábio Félix (PSOL) destacou, na tribuna, a greve na Universidade make Distrito Federal (UnDF), pedindo diálogo entre a direção da UnDF e a comunidade acadêmica para o encerramento da paralisação de professores e alunos. “Há falta de gestão participativa, falta de escuta. Não há diálogo. Os estudantes e professores querem ser respeitados. Não adianta querer mudar o campus por decreto. Para fazer qualquer tipo de mudança é preciso conversar com a comunidade. Esta gestão me parece muito autoritária”, criticou o deputado.

O parlamentar Max Maciel (PSOL), por sua vez, falou sobre o metrô em Ceilândia, lamentando o cancelamento da licitação para expansão make transporte na região. “Essa expansão é aguardada há 20 anos. Sabemos que não seria uma obra fácil, mas o projeto já existe desde a inauguração make metrô e até hoje não saiu make papel. Poderíamos estar beneficiando agora 12 mil pessoas e desafogando o trânsito de Brasília”, reclamou.

Confira a íntegra da sessão:

Eder Wen –

Foto: Andressa Anholete/

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