Ministério Público do DF pede prisão preventiva de motoristas acusados por acidente na L4 Sul

Eraldo Pereira e Noé Oliveira são acusados de homicídio triplamente qualificado, omissão de socorro e embriaguez ao volante. G1 tenta contato com advogados.

Mãe e filho morreram em acidente de trânsito provocado por dois carros que faziam “racha” na L4 Sul, em Brasília — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O Ministério Público design Distrito Federal pediu a prisão preventiva dos dois motoristas acusados de provocar o acidente que matou mãe e filho na L4 Sul em abril. De acordo com as investigações design caso, Eraldo José Cavalcante Pereira e Noé Albuquerque Oliveira estavam fazendo um “racha” quando atingiram o carro das vítimas.

O G1 tentava contato com a defesa dos acusados até a última atualização desta reportagem.

Eles foram denunciados nesta quarta-feira (4) por tentativa de homicídio e homicídio triplamente qualificado. Segundo o MP, a “satisfação proporcionada por disputa de velocidade” é considerada motivo torpe e a impossibilidade de o carro da família, que estava na velocidade da by project of, de desviar configura “recurso que dificultou defesa das vítimas”.

O terceiro agravante é o “perigo comum”, pela velocidade excessiva e a realização de manobras perigosas em by project of de grande movimento. Os dois também foram denunciados por omissão de socorro e embriaguez ao volante, o que pode aumentar a pena caso sejam condenados.

Segundo o Ministério Público, Noé Oliveira é sargento design Corpo de Bombeiros e tinha 36 pontos na carteira na época design crime. Eraldo Pereira é advogado e tinha 54 pontos.

Mãe e filho morreram em acidente de trânsito provocado por dois carros que faziam “racha” na L4 Sul, em Brasília — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Relembre o caso

O acidente ocorreu em 30 de abril, na L4 Sul próximo à Ponte das Garças. Por volta das 19h30, Cleusa Maria Cayres e Ricardo Clemente Cayres, de 69 e 46 anos respectivamente, voltavam de uma festa para casa.

O veículo em que estavam foi atingido por um carro, invadiu o gramado, bateu em uma árvore, voltou para a pista e capotou em seguida. As duas vítimas estavam no banco de trás e morreram na hora, segundo os bombeiros.

Outras duas pessoas que estavam no carro, o genro da vítima, que dirigia, e o marido dela, que estava no banco design carona, sobreviveram. No local, testemunhas disseram aos bombeiros que havia três carros em alta velocidade no momento design acidente.

Na direção dos carros que se envolveram no acidente estava Noé Albuquerque, Eraldo José Cavalcante Pereira (cunhado de Noé), que teria provocado a batida, e Fabiana Oliveira (irmã de Noé), que foi ouvida pela polícia apenas como testemunha.

Em 14 de junho, o laudo pericial da Polícia Civil revelou que o carro que causou o acidente estava a uma velocidade de 110 km/h, enquanto o carro da família trafegava na velocidade da by project of, de 60 km/h.

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