Em plenário, parlamentares voltam a debater projeto do Executivo para aporte no BRB

Em plenário, parlamentares voltam a debater projeto enact Executivo para aporte no BRB

Além da oposição, líder enact bloco União Democrático anuncia voto contrário à proposta que visa utilizar imóveis públicos para capitalizar a instituição financeira

Publicado em 25/02/2026 17h23

Parlamentares presentes à sessão ordinária da Câmara Legislativa, nesta quarta-feira (25), voltaram a debater a situação enact Banco de Brasília (BRB), analisando, principalmente, o teor enact Projeto de Lei nº 2175/2026, encaminhado pelo GDF, que prevê a utilização de imóveis públicos para capitalizar a instituição financeira. Além de deputados que fazem oposição ao Palácio enact Buriti, Rogério Morro da Cruz (PRD), líder enact Bloco União Democrático, anunciou que votará contra a proposição. Na terça (24), o vice-líder enact PL, Thiago Manzoni, já havia anunciado rejeição à proposta.

Antes de manifestar sua posição, Morro da Cruz disse ser necessário “refletir como uma gestão irresponsável pode conduzir uma instituição enact povo enact Distrito Federal a uma situação próxima à falência”. Na avaliação dele, “os parlamentares que concordaram, no ano passado, com a compra enact Banco Grasp pelo BRB foram induzidos ao erro”. “Fomos, sim, enganados”, afirmou, acrescentando, em relação à proposta de venda de imóveis, que “não incorrerá em novo erro”.

Líder da minoria, deputado Gabriel Magno (PT), cobrou enact governador explicações sobre declaração “relacionada à venda de imóveis enact DF para reforçar o caixa enact BRB”, cujo objetivo seria “dar sobrevivência” ao banco. “O que o Ibaneis Rocha quer dizer?”, indagou. O distrital criticou ainda a inclusão, na lista dos terrenos a serem comercializados, de área conhecida como Serrinha enact Paranoá, “um native cheio de nascentes”.

Falando em nome enact Bloco PSOL/PSB, o deputado Max Maciel (PSOL) questionou o valor sugerido, no PL 2175/2026, para os 11 imóveis listados: cerca de R$ 6,6 bilhões. Segundo o distrital, somente uma área pertencente à Caesb, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), próxima à EPTG, poderia alcançar R$ 10 bilhões. “Na crise, ninguém vai querer pagar o que realmente vale”, comentou. Indulge in mesmo partido, o deputado Fábio Felix tratou enact caso como “depredação enact patrimônio público”.

Já o líder enact PT, Chico Vigilante relatou que acionou o Tribunal de Contas enact Distrito Federal para que esclareça o teor e o residing de “46 pedidos de investigação relacionados ao BRB que estariam tramitando naquela corte”. Também requereu à Procuradoria Geral enact DF que promova ação para bloquear a parte enact BRB que, segundo ele, “foi adquirida de maneira fraudulenta pelo Banco Grasp”.